segunda-feira, 11 de junho de 2012

QUERO FICAR COM O CABELO CRESPO TAMBÉM!

HOJE 

Eu fui trabalhar assim, nada muito elaborado, vocês sabem, eu adoro flores então, 89% das vezes em que me virem, estarei com flores ou algum outro acessório no cabelo. 
Como trabalho em uma loja, estar na "área" e atender clientes faz parte. 
Fui abordada por uma moça que me perguntou: "onde você cuida do seu black? É que eu vou tirar minhas tranças daqui uns meses e quero ficar com o cabelo black."
Legal, né?
Conversei um pouco com ela e falei pra fazer pesquisas na internet, ela sabia pouquíssimo sobre os cuidados necessários, nem sobre as hidratações, acreditam?
Pois é, não sabemos mesmo como cuidar de cabelos crespos. Vemos muitas meninas lindas, com o black lindo, mas às vezes não perguntamos, só olhamos e pensamos, onde será que ela faz o cabelo? Quem será que cuida?
Minha cliente perguntou também se eu conhecia algum salão onde ela pudesse cuidar dos cabelos naturais e, infelizmente não pude ajudá-la, ainda não conheço profissionais especialistas no nosso tipo de cabelo, mas isto vai mudar, isso já está mudando!

Grande beijo a todos!

domingo, 10 de junho de 2012

VOCÊ TÁ COM DIFICULDADE DE ENCONTRAR...

Óleo de Coco?
Eu sim, pelo menos o Copra (dizem quem é o melhor).
Este é o óleo de coco Copra e logo atrás o aplicador que eu comprei. Salvador é muito quente e ele fica muito líquido, daí o aplicador ajuda a não desperdiçar e medir as quantidades que uso semanalmente, assim economizo também.

Quando eu iniciei minhas pesquisas sobre cabelo natural, uma das primeiras lições que aprendi foi sobre importância dos óleos vegetais na umectação e hidratação e de todos os vídeos que assisti, o que mais vi foram elogios e amores absolutos ao óleo de coco. Daí corri a cidade em busca do tal óleo.
Não é difícil achar, basta ir em uma dessas lojas de produtos naturais, tipo Mundo Verde, onde podemos comprar também a linhaça, com a qual se faz um gel bem legal pro's cabelos (já vi a receita, mas ainda não fiz).
Bem, mas falando do óleo, encontrei mesmo nessa rede de lojas o meu querido óleo de coco.
Da primeira vez que comprei, foi da marca Copra, cujas recomendações das meninas de internet eram as melhores.
Eu como sou muito necessitada de informação, achei que não podia ser tããão melhor assim essa marca, achava que todas eram iguais. E calhou de não haver Copra das outras vezes em que comprei.
Usei outras marcas, inclusive me ofereceram até os comprimidos, achando que eu quisesse do óleo de coco seus poderes para o coração (há estudos comprovados de que duas colheres de óleo de coco por dia fazem super bem ao coração), mas a marca mais famosa tava difícil de encontrar. E conforme minhas buscas se intensificavam, realmente percebi diferenças entre as marcas.
Não vou ficar aqui falando das outras, mesmo porque podem funcionar para outras pessoas, mas gosto bastante desse óleo Copra. Como eu uso:
- misturado ao creme de hidratação, mais ou menos duas colheres;
- na finalização do cabelo, passo principalmente na ponta dos dedos e vou distribuindo nas mechas de twist, coquinhos ou trança, quando eu não faço nada disso, quando eu simplesmente faço um puff alto e coloco o lenço, no dia seguinte eu solto o cabelo, umedeço (normalmente com um leite umidificador) e vou massageando o couro cabeludo e soltando o cabelo, com muito carinho e respeitando os cachinhos que resistiram a uma noite de sono.
Ah, o óleo coco Copra custou R$34,95 na loja de produtos naturais Mundo Verde.

G Gelatina?

Aqui em Salvador já tenho um pouco mais de facilidade de encontrar o G Gelatina. Assim que cortei o cabelo, há 9 meses atrás, só conseguia comprar o "gelzinho milagroso" na perfumaria Sumirê que tem na av. Sete, no centro da cidade. Agora já encontro nas Lojas Rede (uma perfumaria gigante igual a Sumirê) e também na farmácia Sant'Anna do Iguatemi Shopping. O precinho é super legal, menos de R$10,00.
Como eu uso:
- sempre junto com leave in (o de preferência) pra fazer qualquer um dos processos de texturização: twist, fitagem ou trança.

Acredito fortemente que, com o aumento de mulheres de cabelos crespos naturais, as empresas cosméticas brasileiras vão produzir mais e ampliar as linhas específicas para o nosso tipo de cabelo. Claro que ainda estamos longe do que as norte-americanas tem à sua disposição, mas estamos chegando lá.
Outro detalhe importante: o retorno ao natural de hoje acredito que tenha motivações diferentes do passado; já houve o movimento "black power" no passado e ele veio como uma forma de auto-afirmação e protesto (eu sinto assim!) e agora é algo relacionado à saúde (dos cabelos e também do organismo) e, óbvio, também é uma questão estética (se a gente não achar bonito, não faz!).
Bem, apesar de ter que andar e andar pra encontrar meus produtinhos queridos, mantenho minha rotina tranquila. 

Beijos, beijos e até!


segunda-feira, 4 de junho de 2012

POR QUE TER O CABELO CRESPO NATURAL?

Cada pessoa tem que ter o seu motivo: para respeitar a "natureza" dos fios, por causa da beleza que é ter cachos, porque o cabelo não aguenta mais química, porque está na "moda", porque é mais barato e blá, blá, blá.
Motivos há vários, mas ele tem que ser "o seu motivo"!

Quando eu me decidi por ter o cabelo crespo (voltar ao black) foi uma vontade muuuuuito pessoal, claro que assisti a vídeos, li muitos blogs e matérias falando sobre os cuidados com os cabelos. Vi muitas fotos de possibilidades, até porque eu não me lembrava com certeza sobre a situação dos meus fios e nem acreditava que ele pudesse ficar bonito e cheio de cachinhos e estiloso, na verdade eu queria mesmo era o cabelo da Sheron Menezes, mas já sabia que meus fios eram diferentes dos dela. 
Depois que entendi um pouco mais dos tipos de cabelo, segundo o cabeleireiro americano Andre Walker, percebi que o alcance e resultados dos meus cuidados teriam um limite, óbvio, eu teria que dar uma forcinha pra natureza.
Acho que o meu cabelo sempre foi preto e eu adoro assim!
Até já fui castanha, mas me acho mais marcando com os cabelos bem pretos.
Tenho a seguir 3 fotos de 3 momentos diferentes:
Nem me perguntem o ano, não me lembro. Estou aqui somente com meu cabelo, sem alongamento e claro, mais do que alisada. Por serem muito finos, meus fios alisados não tem volume, mas eu tô até bonitinha. No fundo a Nadine.

Aqui eu estou com minha mãe (Cristina) e minhas 3 sobrinhas: Nadine em pé ao meu lado, Izabela na minha frente e Caroline no colo de minha mãe. Como podem ver o meu cabelo é o mais preto. Não pintei, só tonalizei. Aqui eu estou alisada e com um aplique do tamanho do meu cabelo só pra dar mais volume.

Aqui estou com meu marido, acho que é meados de 2010. Olha a raiz, havia acabado de fazer o relaxamento (cachos nem pensar!) e estava também de alongamento. Tava bem bonito!

Depois desse processo acima foi que comecei a considerar a possibilidade de ficar sem química, mas como faria isso? Eu não me lembrava muito, mas sabia que meu cabelo era muito "ruim", muito "duro", grudado de tudo na cabeça, como ia ficar estiloso como as várias fotos que eu via na net? Olha o meu preconceito, não botava fé no meu black!
Só cabelo lindo, né?
Como eu ia ficar assim?
E aqui em Salvador tem tantos cabelos lindos quanto os das fotos! 
Procurei muito até encontrar as informações necessárias pra começar o meu caminho ao encontro do cabelo dos meus sonhos, dentro da minha realidade!
Os melhores shampoos (se fosse usar shampoo), os melhores condicionadores, os leave in, os gels, cremes hidratantes, "o óleo de coco", enfim, todos os produtos que iriam compor o tratamento ideal para os meus cabelos.
O MAIS IMPORTANTE:
* a decisão foi minha, não é da blogueira, da tendência da tv, da sociedade que diz que "nós temos que ser do jeito que Deus nos fez":
* saber da rotina me ajudou muito, pois foi ela que gerou os resultados (eu durmo tarde e acordo muito cedo, às vezes, para estar com o cabelo legal);
* encontrar os produtos mais adequados, daí vale experimentar ou assistir os produtos mais usados pelas meninas da internet;
* aceitei que cabelo crespo é mais sensível, o vento, a umidade, o sol, um creme mal passado, um twist mal seco, tudo pode alterar o resultado final;
* estou super disponível para esperar o cabelo crescer, sem dramas, demora mesmo, mas é menos se eu ficar tranquila e aproveitar o curtinho (o meu cabelo está crescendo eu estou morrendo de pena!);
* aprendi que o glamour não é só com os cabelos longos e esvoaçantes, ele vem também do volume dos nossos fios (coroas de rainha!), da nuca nua, do cabelo puxado só de um lado, há tantas possibilidades.
* acessórios: flores, fivelas, tique-tacs, tiaras, lenços, o que eu gostar, preferir e que me deixar mais bonita;
* maquiagem: um batom, máscara para cílios (rímel!!!!), precisa mais? 
* Aprendi que o black é estilo e glamour e como uma rainha "com coroa", eu tenho que caprichar nos complementos;
* entendi meu cabelo, não o vejo diferente do que ele é, aceitei, cuido dele e faço por onde merecer os  resultados que eu espero e entendo que um dia ou outro ele pode não ficar do jeito que quero e isso é super normal pra qualquer um dos tipos de cabelo.

A minha escolha de voltar ao black foi muito por causa do meu desejo de não usar mais química, mas principalmente pelo "possibilidade" à escolha, eu teria uma outra opção além dos alongamentos que eu já fazia. Imagina, não precisar mais ir ficando com a raiz alta e doida de vontade de retocar o relaxamento e refazer o alongamento. Meu maior medo era o cabelo curto, eu acho lindo demais cabelos longos, mas queria pagar pra ver... e hoje adoro meu cabelo, me acho super feminina, sensual, mesmo de cabelo curto. O fato de ter tido o apoio do meu marido também me ajudou, ele foi magnífico, brinca às vezes com os coquinhos e tranças, mas aceita toda essa história, me respeita.
Enfim, não é fácil, dá trabalho, não é só deitar o dormir, não é só encostar e descansar, tem que preparar o cabelo primeiro, mas pra mim tem valido a pena. 
Estou dando aos meus cabelos o tempo de que precisam, na verdade já tenho os retornos, às vezes exatamento o que eu esperava em outras ocasiões tenho que adaptar.
É isso, com um pouco de drama, mas muito feliz!
O que vocês acham?
Bjs

domingo, 27 de maio de 2012

BANTU?

Oi Crespas!
Viajei no dia 19 de maio último para participar da festa de aniversário da minha mãe. Ano passado sua saúde nos deu um susto: ela teve que fazer pontes de safena e mamária, teve complicações posteriores, os médicos tiveram que reabrir seu peito para retirar uma bolha de sangue que recobria seu coração, ela teve complicações em outros orgãos e passou mais de 2 meses na UTI de um hospital, desacordada em coma induzido. Muito duro pra nós! Minhas irmãs foram magnífcas e quero aproveitar para lhes agradecer pela total dedicação e força nesse momento tão difícil que passamos. E passou mesmo!
Para ir à minha cidade natal, Barra do Piraí-RJ, saí de Salvador no sábado num vôo às 12hs para o aeroporto do Galeão, meu primo Pedro esperava por nós (Juliano, meu namorido também foi!) e fomos para a casa da minha querida tia Catarina. Duas horas de viagem e... ufa, matei saudades de tantos primas e primos queridos, tios e tias do meu coração. Não sei vocês, mas eu adoooro esses momentos de união familiar, me dão uma reenergizada para todos os momentos da vida.
Mas o assunto do post não é meu final de semana ou minha família, o que quero dizer mesmo é que com a correria dos dias, muitas vezes fico com uma baita preguiça de fazer qualquer coisa pra dormir, daí só faço um puff rápido e me deito com meu lenço. Confesso que encontrei no puff a solução pra não amassar tanto o cabelo durante o sono.
Mas de um tempo pra cá, voltei a fazer coquinhos, ou "bantu", nome que conheci aqui na net em vários blogs e canais. Me lembro que durante um tempo da adolescência em que eu não usei química, fazia os coquinhos pra estilizar os cabelos... pioneira! Mas acho que toda crespa faz isso na infância, né?
Bem, a querida Andrea Luz do blog: não vivo sem cosméticos comentou que também tem utilizado desta "técnica" pra ajudar a estilizar e deixar os cabelos mais soltos depois do sono.

Faço bantu com grampo, com elastiquinhos coloridos e sem nada, como na foto abaixo.

O bantu ou coquinhos também são um penteado divertido, mas pra mim funciona mesmo como uma técnica pra "soltar" o cabelo e você crespa, sabe do que eu tô falando, né? Quando o cabelo fica grudadinho na cabeça, aplico o bantu, nos cabelos secos mesmo e quando desmancho parece até que cresceu. É um chega pra lá no fator encolhimento! Rsrsrs.

Tirei essas todos a seguir pra exemplificar bem o que eu tô falando.
Aqui fiz "fitagem" nos cabelos (vou falar mais pra frente sobre essa tal de fitagem na aplicação do leave in e gel. Mas assista o vídeo da Amanda Gil do Canal belocrespo, é bem explicativo). O meu cabelo secou naturalmente, fui assim pro trabalho. Ficou bem cheio de cachinhos, mas "grudadinho" que só na cabeça.

Olha só como o mesmo cabelo ficou no dia seguinte, não é show? Eu fiquei toda hora olhando no espelho desacreditando da situação! Mas veja bem, eu não fiz o bantu como aparece na primeira foto. eu fiz os rolinhos, mas não prendi as pontas, elas ficaram soltas para que os micro cachos ficassem livres. Prendi os coquinhos com "xuxinhas" e dormi de lenço... ufa, parece que dá trabalho, mas foi super simples.
Fala sério crespa, posso ou não acreditar no potencial do meu cabelo?
Ah, eu tô bem contente!
Beijos e see ya!


domingo, 13 de maio de 2012

E FEZ-SE A LIBERDADE!

Hoje é 13 de maio e há ainda quem se lembre de que nesta mesma data, há 124 anos, foi promulgada a lei que "libertou" os negros escravos que haviam no Brasil. Eu me lembro, pois fazia parte dos estudos cívicos... uau, como estou velha!!!

Bem, estava lendo no Wikipédia algumas informações sobre este tema. É muito histórico e muito complexo, há várias opiniões sobre os reais motivos que fizeram com que a lei Áurea fosse aprovada: bondade da princesa, pressão da população escrava, pressão externa? Enfim, a lei foi assinada e o Brasil, o último país das Américas a "libertar" seus escravos, fez o que tinha que fazer, aprovou a lei.
Naquela época haviam discussões a respeito do pagamento de indenizações aos fazendeiros para compensar o investimento com as compra dos escravos e as estes nada, acreditavam que a eles, os escravos, bastava a "liberdade". 

Minha mãe me disse que seu avô (meu bisavô), pai de minha avó, havia sido escravo e ela conviveu com ele. Tinha marcas no corpo o meu bisa, as mãos bem calejadas e a voz já idosa a pedir "cachacha" às netas. Eu não vivi esta época, não conheci o pai da minha avó, mas ouvi esta história.

Sempre achei muito superficial o conteúdo das aulas de história do meu povo contada nas escolas, não dizem de que países viemos, a África é tão grande! Como foram espalhados os negros pelo Brasil? É uma vergonha nossa história? Parece que sim, ninguém quer saber, ninguém quer falar, só é bonita a história da "Isaura" do livro, as outras, as comuns de nossos bisavôs e bisavós foram já esquecidas. 
Não me sinto envergonhada pela nossa história, somente um povo guerreiro sobreviveria a todas as atrocidades praticadas contra os escravos e ainda teria hoje, alegria para cantar e dançar. Povo caçado e trazido à força para uma terra estranha, sem entender a língua ouvida e nem sabendo por que apanhava... nem me imagino numa situação destas, nasci na época certa. 

Hoje falo de cabelo, roupas, maquiagem e tantas coisas, posso discutir cotas, oportunidades, diferenças, amor, sexo... tantas coisas. 
Que esta liberdade, conquistada e promulgada seja eterna para todos os povos, de todas as raças, cores, religiões, classes sociais... ir e vir, receber pelo que se trabalha, ter hora pra entrar e sair do trabalho, férias, intervalo pra refeição, transporte e no fim, poder voltar pra casa, feliz, ciente do dever cumprido.
Palmas para a Liberdade e que venham mais 1000 anos de conquistas, para meus sobrinhos e futuros filhos e para os filhos de seus filhos e todos nós, que somos herdeiros do continente onde tudo começou. 

Beijos a todos!


Ah, música pra sambar, sentir e cantar junto... Ilê no Campo Grande e pra ouvir,  Dona Ivone Lara





quinta-feira, 10 de maio de 2012

O CRESPO E OS ESTILOS

Olá Crespas e mais todo mundo que está aqui!



Bem, ao decidir retirar toda a química dos cabelos e ficar natural, eu me preocupava muito com a falta de forma dos meus fios. Os crespos tipo 4c, ou kinky, pixaim, enfim, a denominação que quiserem é, além de muito ressecado, com formas indefinidas, os cachos não se formam. Redundante! Enfim...
"O sonho de toda mulher que tem o cabelo crespo tipo 4c (pelo menos as que eu conheço) é ter cachinhos", tem tanta menina com cabelo cacheadinho reclamando da vida, que o cabelo arma, tem muito volume e blá, blá, blá. Depois de tantas pesquisas na internet e de ver tantos vídeos e ler vários blogs, constato que não sabemos mesmo cuidar de nossos cabelos e que temos muito a aprender. As cacheadas reclamam do volume, as crespas reclamam do ressecamento e todas precisamos conhecer bem melhor nossa natureza.
Me lembrei dos anos 70 e 80... Que fique claro que eu não vivi todos estes anos, não adulta rsrsrs. Bem, vim lembrar que cada época pede um estilo, vamos acompanhar?




ANOS 60 e 70

 Pam Grier é atriz americana e fez uma heroína: Foxy Brown
 Diana Ross, linda, sem comentários!

Essa é Pam Grier, de novo: num style e também com seu puff.
Anos 80... tem famosa que hoje é lisa

 Clara Nunes: linda!

 Vocês se lembram ou sabem que este era o cabelo natural da Débora Block?

E esta é Marina Lima, cantora

Grace Jones, segunda metade dos anos 80. Eu cortei meu cabelo com um topete assim, assimétrico

E HOJE

 
 
 

AS FAMOSAS... INSPIRAÇÕES!
 
Negra Li, uma das precursoras dos nossos dias
 
 
Sheron: A Inspiração! Eu quero esse volumeeeee!!!!!
 
Sandra de Sá: vermelho, vermelhão!
 
 
Taís, a Bela, olha o puff da nega e a produção da segunda foto, esse cacheado é de baby liss e tá lindo!
 
  
Vanessa, o volume e as flores!

Deu pra inspirar? 

Só pra fechar, assista o vídeo da Beyonce & Kane West - Ego, esse volumão é tudo, ainda vou ficar assim!

Beijos.

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quinta-feira, 3 de maio de 2012

VAMOS A LA PLAYA?

Oi pessoal! Curiosidade, mas as 3 últimas cidades em que morei foram litorâneas: Santos, Fortaleza e agora Salvador, nesta sequência.
Tudo por causa do meu trabalho, pois fui transferida para inaugurações de lojas ou mesmo substituir colegas promovidos.
São experiências ótimas, oportunidades únicas de conhecer vááárias pessoas e partes do Brasil que, talvez não tivesse conhecido se não fosse meu trabalho.
Voltando ao primeiro assunto, como cidades litorâneas, claro, o que se pensa sempre é: praia!!! Uh, vou todo dia na praia! Engano, claro, pois com tantas atribuições no trabalho não sobra tanto tempo assim e eu, como boa preguiçosa que sou, enrolo em casa e acabo arrumando o que fazer pra não ir pra praia... A louca!
Praia é tudo de bom, ainda mais aqui em Salvador que tem várias enseadas lindinhas, com água morna (início do outono e a água ainda tá uma delícia!), poucas ondas e muuuuuito sol! Mas desde que estou naturalmente crespa tenho me preocupado com o visu, é crespas, cabelo para ir na praia é uma resenha!
Eu em frente ao farol da Barra, depois da praia, só style! Vim de black solto nesse dia, mas claro, com a flor branca, é muito glamour!

Outro dia na mesma praia, junto com meu marido. Arregalei os olhos porque estava tão cansada que eles ficaram pequeninos em todas as outras fotos, rs. Olha um pedacinho do farol lá atrás de nós. Fiz tranças pra poder mergulhar tranquila, a sereia!

Ah, tão importante quanto o penteado da praia são os produtinhos que você leva na bolsa, crespas, ir pra praia e não levar um leave in é suicídio, fala sério!
Bolsona de palha (a aminha, confesso, já tá pedindo aposentadoria... rsrs), canga, óculos escuros, protetor para o corpo (Sundown fator 15), protetor para o rosto (Sun Max fator 20 - esse é em gel, especial pra minha pele oleosa) e protetores para os cabelos da marca Elseve (linha solar): leite umidificador (uaaahhh, ainda com preço, R$9.50!) e leave in, ambos com proteção UVA e UVB, tudo de bom num dia de sol, mar, vento ou piscina.

Grande beijo e todas e digam, como estão se preparando para o outono?
See Ya!